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Perrengues de viagem: o dia em que subi a serra de Petrópolis pela Estrada Velha da Estrela

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Hoje começo uma nova categoria de assunto aqui no blog, “Perrengues de Viagem”. Pra quem não sabe, perrengue no nosso dicionário informal significa uma situação de dificuldade, aperto, sufoco, então, esse tema será para falar dos problemas que já passei durante as minhas viagens. A primeira história da lista tem relação com a Estrada Velha da Estrela, uma estrada que eu sequer sabia que existia.

Antes de falar do “perrengue”, vou explicar sobre esta Estrada Velha da Estrela, uma estrada super antiga, construída em 1840 com a função de facilitar o acesso da Família Imperial até o alto da serra de Petrópolis, na região serrana do Rio de Janeiro. A estrada é super sinuosa, em paralelepípedo, e se estende por doze quilômetros.

O caminho revela belas paisagens e pouca gente conhece. O trajeto começa em Raiz da Serra e percorre a Serra da Estrela até Petrópolis, fazendo parte da Estrada Real. Ate aí tudo bem, uma estrada histórica que revela belas paisagens e faz parte da Estrada Real. Apesar do potencial turístico, o local atualmente é alvo de construções irregulares e favelização, chegando a ocupar a histórica estrada de ferro Príncipe do Grão-Pará, a primeira ferrovia do Brasil.

Perrengues de Viagem - Estrada Velha da Estrela - Petrópolis-RJ
Trecho próximo ao início da Estrada Velha da Estrela. Foto: Google
Perrengues de Viagem - Estrada Velha da Estrela - Petrópolis-RJ
Trecho próximo ao início da Estrada Velha da Estrela. Foto: Google

Perrengue pela Estrada Velha da Estrela

Bom, eu estava fazendo um tour por Arraial do Cabo e Búzios com a Kaká e um casal de amigos, esta amiga estava grávida na época da viagem. Na volta, programei meu GPS e estudei o caminho, para saber se o GPS não iria me jogar em alguma furada. Mas meus estudos não foram muito produtivos e o danado do GPS me jogou em um caminho alternativo. Para evitar a Ponte Rio Niterói, eu passo por Magé e saio na BR-040, que leva até BH.

Mas o meu GPS “achou por bem” encurtar o caminho e me indicou subir a serra pela Estrada Velha da Estrela, que em termos de distância realmente é mais perto. Ah, eu esqueci de mencionar, eu viajava à noite. Então, eu subi a serra por doze quilômetros por uma estrada de paralelepípedos super sinuosa, durante à noite e com uma mulher grávida no carro, que quase infartou de tanto susto.

O susto ficou por conta do que passamos durante a subida, vimos diversas pessoas durante o percurso usando drogas e bebendo, acredito que eles estavam se perguntando “o que esse maluco tá fazendo subindo a serra a uma hora dessas?”. Durante os doze quilômetros de serra (pareciam cem quilômetros), não passamos por nenhum carro, nenhum mesmo, o que aumentou a nossa preocupação.

Perrengues de Viagem - Estrada Velha da Estrela - Petrópolis-RJ
Foto: Google

Alguns metros antes de começar a subida, parei em um posto pra abastecer e pedi informações pro frentista, ele disse que era só seguir pelo caminho em que eu estava que chegaria à serra, mas não informou que este seria um caminho alternativo. Bom, não nos aconteceu nada pra eu falar que é perigoso, mas o lugar não inspira segurança nenhuma, pelo contrário, é assustador à noite.

Tá, mas por que eu continuei subindo, sendo que vi que a estrada começou com paralelepípedos? Eu pensei que fosse apenas um pequeno trecho, que logo iria sair na BR-040, o caminho que estava no planejamento. Até para fazer retorno e voltar estava um pouco complicado, já que a estrada é pequena, sinuosa e estava escuro.

Quando subi e passei pelo primeiro grupo de pessoas, fiquei assustado e acelerei para sair dali logo. Não pensei em voltar pois teria que passar pelo mesmo local e iriam ver que eu estava perdido. Parar para perguntar JAMAIS! Quando continuei subindo e fui passando por mais grupos de pessoas, não sabia o que fazer, continuei subindo (e rezando).

Antiga Serra de Petrópolis-RJ
Foto: Google

Depois de todo o tormento, preocupação, e da minha amiga quase parir no caminho, a estrada terminou no interior da cidade de Petrópolis, onde procurei um posto em uma área mais movimentada. Acho que o carro ficou 50 quilos mais leve depois que parei neste posto. Enfim, consegui chegar até a BR-040 e seguir viagem até a minha cidade, sem outros sustos.

Hoje eu lembro da história e dou algumas gargalhadas, pela situação que vivemos. Se eu tivesse tirado fotos de todos naquele momento, seria engraçado a cara de preocupação estampada em cada um, com aquele ar de “o que vai acontecer”. Já recebi até mensagens de leitores, dizendo que aquele trecho não é perigoso, que são apenas pessoas simples que vivem ali, mas não tinha essa informação na época.

Abaixo, coloco o mapa com o percurso desta Estrada Velha da Estrela, para você ficar por dentro. Durante o dia eu não sei se é uma boa passar por ela, depois dessa aventura eu prefiro evitar. Todas as fotos foram retiradas do Google Street View.

E você, tem algum perrengue de viagem pra contar pra gente? Deixe a sua história nos comentários deste post, ou se for longa demais, mande pra mim por e-mail, quem sabe publico ela aqui no blog (caso você queira). Confira mais dicas de Petrópolis.

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André Morato
André Morato
Nasci em Divinópolis, interior de Minas Gerais, onde moro atualmente. Sou solteiro, colunista, blogueiro, viajante, designer gráfico, agente de turismo... (Oferecimento: Bombril. 1001 utilidades!). Apaixonado por viagens e por fotografia. Viajei para vários lugares no Brasil e no mundo mas confesso, tem muita coisa que ainda quero conhecer. Criador e editor deste blog. Saiba mais...

13 respostas

  1. Olá André meu nome é Carlos e sou morador da cidade de Petrópolis.
    A estrada que você diz ser assustadora é bem tranquila, assim como o restante da cidade imperial. As pessoas estranhas que você avistou no caminho, acho que pelo fato de serem negras e pobres, são em sua grande maioria descendentes dos escravos e quilombos que se instalaram naquela região após a abolição da escravatura.
    Em nossa cidade temos muitos pontos turísticos, além de muitas atrações como festas tipicas, exemplo da Bauerfest, festa italiana entre outras que relembram os primeiros colonos. Se você for adepto de degustar uma boa cerveja, tenho certeza que irá adorar a feira deguste que é uma feira de cerveja artesanais, já que a cultura cervejeira é muito grande em Petrópolis.
    Não sendo atoa que temos três grandes cervejarias a nível nacional na cidade, e a mais antiga do Brasil, que é a cervejaria Bohemia.
    Seja muito bem vindo sempre que quiser vir a nossa cidade imperial mais como blogueiro,que de certa forma é um influenciador digital.

    1. Oi Carlos, tudo bem?
      Em primeiro lugar gostaria de agradecer a sua mensagem e visita ao blog, adoro receber comentários.
      Em segundo gostaria de esclarecer que taxei o lugar como perigoso pelo simples fatos de ser uma serra com curvas sinuosas, mal iluminada e deserta (sem carros), além do mais as pessoas estavam nas ruas altas horas da noite, usando drogas, isso não soa como lugar tranquilo. A parte em que diz negros e pobres eu prefiro nem comentar, achei desnecessário. Reparo no trecho do texto onde digo “não nos aconteceu nada para eu falar que é perigoso, mas o lugar não inspira segurança nenhuma”
      Pode ser que seja tranquilo sim e eu tenha assustado sem motivos, mas infelizmente a segurança pública é um grande problema em nosso país, o que gera um grande desconforto ao visitar lugares que não conhecemos.
      Gostaria de informar também que conheço muito bem a cidade de Petrópolis, uma cidade fantástica e muito, muito segura, tenho bastante conteúdo sobre a cidade.
      No mais agradeço a sua mensagem e espero que curta o nosso conteúdo sobre Petrópolis.
      Um grande abraço.

    2. E ao Carlos o aconselho a ler e estudar mais sobre a serra velha!
      Pois aqui a maioria dos moradores são filhos,netos,bisnetos de trabalhadores da extinta Fábrica Cometa!
      E se tem em sua maioria negros,confesso que nunca percebi,só vejo pessoas!!😉😉

  2. Olá André,lendo o seu relato realmente dá vontade de rir,mais sou moradora da Serra Velha e te digo que vc não correu perigo algum!
    Somos sim pessoa simples,mas não tem nada haver com a declaração do amigo aí em cima que diz que somos na maioria negros ,pobres e descendentes dos escravos!🤣
    Somos simples,trabalhadores,gostamos de ficar na rua batendo papo e tomando uma cervejinha,afinal aqui todos nos conhecemos desde de criança!
    Claro que a,Serra totalmente escura deve ter assustado vcs,se vier agora,vai se assustar muito mais,pois a serra esta intransitável por conta do nosso desgoverno!
    Pena vcs terem passado a noite,pois durante o dia nossa serra mostra as belezas da natureza,apesar das construções estar invadindo tudo!
    Enfim espero que um dia vc volte a subir a serra e tenha uma sensação melhor do que a de perrengue!

    1. Oi Dani, o perrengue é mais por ter ido por um caminho desconhecido. Como eu disse no post, não me aconteceu nada, foi só susto mesmo, pela subida perigosa e escura por esta serra. Gostaria de voltar sim durante o dia, obrigado pela sua mensagem e esclarecimento. Um abraço!

  3. E complemento dizendo que sim pode ser que vc tenha visto pessoas consumindo drogas de madrugada,não estou “tapando” o sol com a peneira,afinal as drogas,são o mal do mundo atual,mas por ser muito calor aqui,temos o costume de ficar de papo na frente de casa ou beirada da rua!
    Mas,sei que pra quem não conhece o lugar deve sim ser assustador!

  4. Aconteceu comigo na descida para Paraty por Cunha. Na época, a estrada não era arrumada, eu sabia que o caminho melhor era por Ubatuba, mas meu marido viu no Google maps que o caminho Mais rápido seria descer por Cunha. Eu disse que não estava certo, e ele disse que sabia o que estava fazendo pois estudou o caminho. Enfim, nos preparamos e quando passou o ponto de entrada para Ubatuba (por Taubaté) na época o GPS ficou mandando retornar, retorne, retorne e eu dizia estranho o GPS mandar retornar se o caminho por Cunha é mais rápido. Quando chegamos no ponto de descida, tinha uma faixa zebrada de interditada, mas estava cortada. Até aí não percebemos a nude estávamos nos enfiando. Tinha uma placa gigante dizendo que não entrava caminhão. Mas entramos com o nosso carro civic feliz da vida que faltavam só 8km pra chegar em Paraty. Nos primeiros metros vimos que era terra, mas estava boa e achávamos que estava tudo bem. Passou acho que 1km ou 2km percebemos a merda que fizemos, começou uns buracos enormes, sem acostamento nenhum, penhasco, no primeiro buraco o carro bateu tão forte que pensamos que tinha quebrado alguma peça. Não dava pra retornar, não tinha espaço pra virar o carro e o buraco que passamos, não dava pra subir. Só passava motoqueiro que não inspirava confiança, vimos carro abandonado, que quebrou e ficou ali pois não tinha como tirar. Foram o 8km que fizemos em 2h. Tínhamos que descer do carro e calcular qual lado passar sem danificar muito. Depois começamos a ver homens, passando com facão. Eu não avisei ninguém que estava indo pra Paraty. Imaginamos mil coisas acontecendo com a gnt. Quando chegamos em Paraty, eu tive crise de choro, meu marido que nunca demonstra medo, não aguentou. Quando voltei, contei pra uma amiga e ela disse que quase pariu a filha dela quando passou nessa estrada, ela estava grávida de 6 meses e chegou em Paraty e foi direto pro hospital.
    Depois dessa, ele tem trauma de estrada que não conhece, somos bem curiosos, mas toda vez que entra em uma estrada de terra, pode ser a mais tranquila ele entra em pânico.
    Eu passei ano passado por essa mesma estrada e está bem bonita, depois da reforma ficou viável, mas perto de Paraty não inspira tanta segurança.

    Estamos querendo ir para Petrópolis mas o medo da estrada não deixou ainda.

    1. Oi Cibele, Petrópolis é linda e soube através dos leitores que a subida por essa Serra não está mais acontecendo. De todo caso, em tempos de Waze e Google Maps, certamente eles não te indicarão esse caminho, na época eu utilizava GPS convencional, daí aconteceu isso.

  5. Olá Pessoal! Minha primeira ida a esta estrada ocorreu quando eu, ainda criança, fui com meus colegas de escola (Ensino Fundamental) e professores ao Museu Imperial. As únicas lembranças que tenho deste meu primeiro contato com o local são de todos os alunos descerem do ónibus para que este ficasse mais leve e possibilitasse a algumas pessoas empurrarem o ónibus para conseguir sair de uma curva onde havia ficado “enganchado”. Lembro-me de ser uma curva muito fechada e de que não havia espaço suficiente para a manobra tendo o motorista feito várias tentativas e acabou ficando travado. Com a ajuda dos moradores, ele conseguiu sair do local e continuamos a subida até a cidade Imperial. Na volta descemos pelo mesmo caminho.
    Cerca de 25 anos depois, conheci pessoas de locais próximos (Fragoso, Piabetá e Raiz da Serra) acabei redescobrindo este acesso a Petrópolis. Passei por lá diversas vezes sempre que possível parando para tirar fotos e curtir a natureza.
    Minha última passagem por lá foi há aproximadamente uma semana. Subi pela serra velha e desci pela nova. Pela primeira vez vi diversas equipes de manutenção trabalhando na via. Pareciam estar fazendo um importante trabalho, pois ha cerca de três semanas atrás, na semana do Natal, quando fui ver as atrações e a decoração natalina na Cidade, havia alguns paralelepípedos se soltando o que representava risco adicional ao trajeto.
    Na semana passada fui com minha família e aproveitei para levar também um amigo e seus dois filhos (todos europeus) para fugir do calor aqui do Rio. Subir a serra com o carro lotado incluindo três crianças não chegou a ser um perrengue, mas a descida me deixou com medo. Não vou detalhar aqui porque meu texto já está muito grande, vou apenas dizer que chegamos lá pouco tempo antes de iniciar aquela tempestade que inundou a cidade na semana passada.
    Em relação à grande quantidade de negros citada em comentários: não sei muito como complementar o assunto, pois até definir o que é um negro já é algo controverso. Além disso, não creio que minhas observações sejam boas, pois afinal sempre que fiz este caminho o objetiva era observar mais o meio natural que a ocupação humana. Como leigo digo que me parece o contrário, os seja, que o tom de pele da população local não seria mais escura que a média. Já visitei uma população de descendentes de escravos e era completamente diferente do que existe lá.
    Em relação às situações de risco e violência, a meu ver parece ser um local bastante tranquilo. Nunca presenciei pessoas fazendo uso de drogas ilícitas na região, mas claro que é possível que exista, afinal tem maconheiro (e demais usuários de entorpecentes) no mundo inteiro assim como tem bandido em todos os locais e eles tem migrado para as regiões onde antes eram bem mais pacatas. Sei da existência de um caminho que praticamente só os moradores conhecem (foi um morador que me contou) e que permite subir todo o caminha a pé. O Problema é que esta trilha está cada vez mais fechada por falta de uso. Ela era bastante utilizada por antigos moradores do local, porém passa por algumas áreas que atualmente podem ser consideradas de risco. As ocupações foram crescendo de forma desordenada se transformando em uma favela daquelas que para passar pelo local é bom conhecer alguém de lá e avisar que vai passar por lá.
    Voltando a estrada, hoje em dia, vejo uma grande quantidade de linhas regulares de ônibus circulando pela via sem problemas. Provavelmente, nesses quase 40 anos, fizeram algumas modificações em pontos críticos melhorando o caminho.

  6. Boa tarde André! Eu estava lendo o seu relato, e achei interessante a sua experiência nessa viagem. A minha já foi um pouco diferente. Na segunda-feira, 16/03/2020, fui pela manhã com a minha família visitar uma amiga em Petrópolis. Fomos pela Estrada da Serra Velha. E, apesar de morar próximo à Raíz da Serra, foi a primeira vez que fiz esse trajeto. A única coisa que me assustou foi a altura, mas, procurei manter a calma, para aproveitar cada momento da viagem. Durante o trajeto, observamos algumas pessoas, residências, e outros veículos que passavam pelo local. Além da paisagem que é muito bela. Foi uma viagem super tranquila, e assim que eu tiver outra oportunidade vou voltar à Petrópolis para conhecer melhor os locais históricos dessa linda cidade. Um abraço para você André.

  7. Boa noite a todos! Estava pesquisando para tentar lembrar o nome da cidade que fica no pé da Serra Velha, que é Guapimirim, e encontrei por acaso este blog, que no final foi o que mais me ajudou a lembrar o nome da cidade. Em 2015 passei diversas vezes, ao menos duas por semana nesta estrada que leva a Petrópolis. Confesso que o quê mais me assustava eram as curvas, muito sinuosas e a falta de visibilidade em alguns trechos, principalmente nas curvas, que dificultavam ver se vinha outro veículo na mão contrária. Contudo, apesar dos sufocos que passei, como por exemplo, numa vez em que saí de Petrópolis para retornar para Friburgo, sob uma chuva torrencial que descia a serra como se uma cachoeira fosse, essa serra durante o dia possibilita até ver o litoral. É uma serra histórica e a cada vez que eu passava por ela, tentava imaginar a família real passando por ali.Na verdade eu só pensava nas dificuldades que ela enfrentou. É muito bom conhecer novos caminhos (novos pra mim, porque neste caso ela é muito antiga).
    Adoro conhecer lugares novos. Um abraço a todos e muita paz a todos para passar pelo Cod 19.

  8. Boa tarde. Certa vez eu desci de propósito essa Estrada Velha da Estrela, de Petrópolis para o Rio, porque queria conhecê-la. Era um domingo de sol, no início da tarde. Pensei que veria lindas paisagens, mas não foi bem assim. Tive que tomar cuidado o tempo todo com buracos e falhas no calçamento de paralelepípedos Em certos momentos achei que até acabaria danificando o carro. Além do mais um ônibus urbano veio atrás de mim durante um bom trecho, em alta velocidade, causando-me preocupação, até que resolvi encostar e dar-lhe passagem. Talvez essa estrada tenha sido muito bonita e charmosa no passado, mas agora está mal conservada e sem qualquer potencial turístico. É uma pena. Mas nosso Brasil é assim mesmo. Abraços a todos.

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Sobre o autor

André Morato

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Sou digital influencer, designer gráfico, blogueiro, viajante e criador e editor deste blog, além de fotógrafo nas horas vagas.  Apaixonado por viagens, fotografia e gastronomia, mantenho, além deste blog, um perfil de gastronomia na minha região (O Casal de Divi) junto com minha namorada.

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